A ÚLTIMA SEMANA DE ANOS DA PROFECIA DE DANIEL


  • O Profeta Daniel exilado na Babilônia
  • Na segunda volta de Jesus Cristo - a ressurreição da Palavra de Deus (O Cavalo Branco) - ele fará uma Aliança com seu povo por uma semana de anos (7 anos)
    Durante três anos e meio (metade de uma semana de anos) as duas testemunhas do Apocalipse (Cavalo Vermelho-Elias e Preto-Moisés) profetizarão; não haverá chuva sobre a Terra (início da grande tribulação); depois de três anos e meio; as duas testemunhas do Apocalipse serão vencidas pela Besta



DANIEL



No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei da Babilônia, a Jerusalém e a sitiou.
E o Senhor entregou nas suas mãos a Jeoaquim, rei de Judá, e uma parte dos utensílios da Casa de Deus, e ele os levou para a terra de Sinar, para a casa do seu deus, e pôs os utensílios na casa do tesouro do seu deus.
O rei deu ordem ao chefe dos eunucos, Asfenez, para trazer-lhe jovens israelitas, oriundos de raça real ou de família nobre,
jovens em quem não houvesse defeito algum, formosos de aparência, e instruídos em toda a sabedoria, e sábios em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tivessem habilidade para viver no palácio do rei, a fim de que fossem ensinados nas letras e na língua dos caldeus.
O rei ordenou que se lhes desse cada dia de comer das suas iguarias, de beber vinho que ele mesmo bebia, a fim de que, mantidos deste modo durante três anos, servissem depois na presença do rei.
E entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias.
E o chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: a Daniel pôs o de Beltessazar, e a Hananias, o de Sadraque, e a Misael, o de Mesaque, e a Azarias, o de Abede-Nego.
E Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto, pediu ao chefe dos eunucos que lhe concedesse não se contaminar.

(Daniel 1:1-8)



A ORAÇÃO DE DANIEL



No primeiro ano de Dario, filho de Assuero, da estirpe dos medos, que reinou no império dos caldeus;
no primeiro ano do reinado, eu, Daniel lendo as Escrituras, tive minha atenção despertada para o fato de que o número de anos a passar-se, segundo a Palavra do Senhor ao profeta Jeremias, sobre a desolação de Jerusalém, seria de setenta anos.
Volvi-me para o Senhor Deus a fim de dirigir-lhe uma oração de súplica, jejuando e me impondo o cilício e a cinza.
Supliquei ao Senhor, meu Deus, e fiz-lhe minha confissão nestes termos: “Ah! Senhor, Deus grande e temível, que sois fiel à Aliança e que conservais vossa misericórdia àqueles que vos amam e guardam vossos Mandamentos;
nós pecamos, prevaricamos, cometemos maldade, fomos recalcitrantes, desviamo-nos de vossos Mandamentos e de vossas Leis;
e não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em Teu Nome falaram aos nossos reis, nossos príncipes nossos pais, como também a todo o povo da Terra.
Tua é, ó Senhor, a justiça; a nós, porém não nos resta senão a confusão do nosso rosto, como sucede hoje a todo o homem de Judá, aos habitantes de Jerusalém e a todo o Israel, aos que estão perto e aos que estão longe em todos os países, para onde tu os lançaste, por causa das iniquidades que cometeram contra ti.
Ó Senhor, a nós pertence a confusão do rosto, aos nossos reis, aos nossos príncipes e a nossos pais, porque pecamos contra ti.
Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia e o perdão; porque nos retiramos de ti.
Recusamos ouvir a voz do Senhor, Nosso Deus; não seguimos as Leis que ele nos oferecia pela boca de seus servos, os profetas.
Todos os de Israel violaram a tua Lei, desviaram-se para não ouvirem a tua voz e choveu sobre nós a maldição e a execração que está escrita no Livro de Moisés servo de Deus, porque pecamos contra Deus.
Pôs em execução as ameaças proferidas contra nós e contra nossos governantes: descarregou sobre nós tais calamidades, como jamais sob o céu aconteceu, coisa semelhante àquela que fulminou Jerusalém.
Todo este mal caiu sobre nós, segundo está escrito na Lei de Moisés, e nós não recorremos a ti, ó Senhor nosso Deus, de maneira a nos afastarmos das nossas iniquidades e a nos aplicarmos ao conhecimento da tua verdade.
O Senhor não se descuidou do castigo, e o descarregou sobre nós, porque o Senhor, nosso Deus, é justo em tudo o que faz. Mas nós não escutamos a sua voz.
Na verdade, ó Senhor, Nosso Deus, que tiraste o teu povo da terra do Egito com mão poderosa e ganhaste para ti Nome, como se vê neste dia, pecamos; procedemos impiamente.
O Senhor, por toda a tua justiça, suplico-te que aplaques a tua ira e o teu furor contra a cidade de Jerusalém e contra o teu Santo Monte; porque Jerusalém e o teu povo são hoje o escárnio de todos os que nos cercam, por causa dos nossos pecados e das iniquidades de nossos pais.
Atende, pois, agora, Deus nosso, à oração do teu servo e às preces; sobre o teu santuário, que está deserto, faze brilhar a tua face, por amor de ti mesmo.
Inclina, Deus meu, o teu ouvido e ouve; abre os teus olhos e vê a nossa desolação, e a da cidade, na qual se invoca o Teu Nome; não é em nome dos nossos atos de justiça que depositamos a vossos pés nossas suplicas, mas em nome de vossa grande misericórdia.
Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e opera sem tardar; por amor de ti mesmo, ó Deus meu; não demoreis, pois Vosso Nome foi dado à vossa cidade e a vosso povo!
Estando eu ainda falando, e orando, e confessando o meu pecado e o pecado do meu povo Israel, e lançando a minha súplica perante a face do Senhor, meu Deus, pelo Monte Santo do meu Deus,”
não havia terminado essa prece, quando se aproximou de mim, num relance, Gabriel, o ser que eu havia visto antes em visão, veio voando rapidamente e tocou-me à hora do sacrifício da tarde.
E me instruiu, e falou comigo, e disse: “Daniel, eu vim dar-lhe uma explicação.
No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, desvendá-la a ti, porque és um homem de predileção. Presta pois atenção a este oráculo e compreende bem a sua revelação.
Setenta semanas de anos foram decretadas sobre o teu povo e sobre a tua Cidade Santa a fim de que as prevaricações se consumassem, o pecado tenha o seu fim, a iniquidade se apague, a justiça eterna seja trazida, as visões e profecias se cumpram e o Santo dos Santos seja ungido.
Sabe e entende; desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as ruas e as tranqueiras se reedificarão, mas em tempos angustiosos.
Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Cristo, e o povo que o há de negar, não será mais seu; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação e até ao fim haverá guerra; estão determinadas assolações.

Com muitos ele fará uma Aliança que durará uma semana...

(Daniel 9:1-27a)


E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.

(Apocalipse 12:6)


E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de pano de saco.
Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do Deus da Terra.

(Apocalipse 11:3-4)


E, quando acabarem o seu testemunho, a Besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e as vencerá, e as matará.

(Apocalipse 11:7)


... e, na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador."

(Daniel 9:27b)


E foi me dada uma cana semelhante a uma vara; e chegou o anjo e disse: Levanta-te e mede o Templo de Deus, e o altar, e os que nele adoram.
E deixa o átrio que está fora do Templo e não o meças; porque foi dado às nações, e pisarão a Cidade Santa por quarenta e dois meses.

(Apocalipse 11:1-2)


E adoraram o dragão que deu à Besta o seu poder; e adoraram a Besta, dizendo: "Quem semelhante à Besta? Quem poderá batalhar contra ela?"
E foi-lhe dada uma boca para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para continuar por quarenta e dois meses.
E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu Nome, e do seu Tabernáculo, e dos que habitam no céu.
E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los. E foi-lhe também dado poder sobre todas as tribos, povos, línguas e nações.
Adoraram-na todos os habitantes da Terra, cujos nomes não estão escritos no Livro da Vida do Cordeiro, que foi imolado desde o princípio do mundo.

(Apocalipse 13:5-8)


E vi a Besta, e os reis da Terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o cavalo e ao seu Exército.
E a Besta foi presa e, com ela, o falso profeta, que, diante dela, fizera os sinais com que enganou os que receberam o sinal da Besta e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no ardente lago de fogo e de enxofre.
E os demais foram mortos com a espada que saía da boca do que estava assentado sobre o cavalo, e todas as aves se fartaram das suas carnes.

(Apocalipse 19:19-21)


E o Diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre; onde está a Besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.

(Apocalipse 20:10)


Mas os santos do Altíssimo receberão o Reino e possuirão o Reino para todo o sempre e de eternidade em eternidade.

(Daniel 7:18)





Metade de uma semana de anos = 3 anos e meio = 1260 dias:
1260 = 1 + 2 + 6 + 0 = 9 = Época das duas testemunhas do Apocalipse

Outra metade de semana de anos = 3 anos e meio = 42 meses:
4 + 2 = 6 = Época do Reino da Besta

(M. Freire)



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