A HISTÓRIA DO POVO DE DEUS


  • Deus promete a Abraão uma descendência numerosa
  • Jacó e seus filhos vão morar no Egito
  • A descendência de Jacó se torna escrava no Egito
  • Deus através de Moisés liberta seu povo
  • Moisés conduz o povo de Deus por 40 anos no deserto
  • Moisés não entra na terra prometida



... O Deus da glória apareceu a Abraão, nosso Pai, estando na mesopotâmia antes de habitar em Harã,
e disse-lhe: “Sai da tua terra e da tua parentela e vem para a terra que eu te mostrar.”
Então, saiu da terra dos caldeus e habitou em Harã. E dali, depois que seu pai faleceu, Deus o trouxe para esta terra em que habitais agora.
Não lhe deu propriedade alguma, nem sequer um palmo de terra, mas prometeu dar-lhe em posse, para ele e para sua descendência, embora Abraão não tivesse filhos.
Eis como falou Deus: “Sua descendência habitará em terra estranha e será reduzida à escravidão e maltratada pelo espaço de quatrocentos anos.
Mas eu julgarei a nação que os dominar – diz o Senhor – e eles sairão e me prestarão culto neste lugar.”
E deu-lhe o pacto da circuncisão; e, assim gerou a Isaque e o circuncidou ao oitavo dia; e Isaque, a Jacó; e Jacó, aos doze patriarcas.
E os patriarcas, movidos de inveja, venderam a José para o Egito; mas Deus era com ele.
E livrou-o de todas as suas tribulações e lhe deu graça e sabedoria ante Faraó, rei do Egito, e que o constituiu governador sobre o Egito e toda a sua casa.
Sobreveio depois uma fome a todo o Egito e Canaã. Grande era a tribulação, e os nossos pais não achavam o que comer.
Mas, quando Jacó soube que havia trigo no Egito, enviou pela primeira vez os nossos pais para lá.
E, na segunda vez, foi José conhecido por seus irmãos, e a sua linhagem foi manifesta a Faraó.
Mandou chamar seu pai Jacó a sua família que constava de setenta e cinco pessoas.
E Jacó desceu ao Egito e morreu, ele e nossos pais.

(Atos 7:2b-15) Estêvão


Estes são os nomes dos filhos de Israel, que entraram no Egito com Jacó; cada um deles entrou com sua família:
Rúben, Simeão, Levi e Judá;
Issacar, Zabulon e Benjamim;
Dan, Neftali, Gad e Aser.
Todas as almas, pois, que descenderam de Jacó foram setenta almas; José porém estava no Egito.
Sendo, pois, José falecido, e todos os seus irmãos, e toda aquela geração,
os filhos de Israel frutificaram, e aumentaram muito, e multiplicaram-se, e foram fortalecidos grandemente; de maneira que a terra se encheu deles.
Entretanto, subiu ao trono do Egito um novo rei, que não tinha conhecido José.
E disse ao seu povo: “Eis que o povo dos filhos de Israel é numeroso e mais forte que nós.
Vinde, oprimamo-lo com astúcia, para que ele não se multiplique, e, se sobrevier contra nós alguma guerra, se una com os nossos inimigos, e, depois de nos vencer, saia deste país.”
Portanto estabeleceu sobre eles inspetores de obras, para os oprimirem com trabalhos penosos; eles edificaram ao faraó as cidades das tendas, Fiton e Ramessés.
Mas, quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam e tanto mais cresciam; a ponto de os egípcios os aborrecerem.
E os egípcios faziam servir os filhos de Israel com dureza;
assim, lhes fizeram amargar a vida com dura servidão, em barro e em tijolos, e com todo o trabalho no campo, com todo o seu serviço, em que os serviam com dureza.

(Êxodo 1:1-14)


Este rei usando de astúcia contra a nossa raça, maltratou nossos pais e obrigou-os a enjeitar seus filhos para privá-los da vida.
Naquele tempo nasceu Moisés, que foi agradável a Deus, e foi criado (ocultamente) durante três meses em casa de seu pai.
Depois, quando foi exposto, a filha do faraó recolheu-o e criou-o como seu filho.
Moisés foi instruído em toda a ciência dos egípcios e era poderoso em palavras e obras.
E, quando completou a idade de quarenta anos, veio-lhe ao coração ir visitar seus irmãos, os filhos de Israel.
E, vendo maltratado um deles, o defendeu e vingou o ofendido, matando o egípcio.
Ora, ele julgava que seus irmãos compreenderiam que Deus os havia de libertar por sua mão; mas eles não o compreenderam.
No dia seguinte, dois dentre eles brigavam, e ele procurou reconciliá-los: “Amigos, disse ele, sois irmãos, porque vos maltratais um ao outro?”
Mas o que maltratava o seu compatriota o repeliu: “Quem te constituiu chefe ou juiz entre nós?
Queres porventura matar-me, como mataste o egípcio?”
E a esta palavra fugiu Moisés e esteve como estrangeiro na terra de Midiã, onde gerou dois filhos.
Passados quarenta anos, apareceu-lhe no deserto do Monte Sinai um anjo na chama de uma sarça que ardia.
Então, Moisés, quando viu isto, se maravilhou da visão; e, aproximando-se para observar, foi-lhe dirigida a voz do Senhor,
dizendo: “Eu sou o Deus de teus pais, o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó.” E Moisés, todo trêmulo, não ousava olhar.
E disse-lhe o Senhor: “Tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa.”
Tenho visto atentamente a aflição do meu povo que está no Egito, e ouvi os seus gemidos, e desci a livrá-los. Agora, pois, vem, e enviar-te-ei ao Egito.”
Este Moisés, que desprezaram, dizendo: "Quem te constituiu chefe ou juiz?" A este enviou Deus como chefe e libertador, pela mão do anjo que lhe apareceu na sarça.
Ele os fez sair do Egito, operando prodígios e milagres na terra do Egito, no Mar Vermelho e no deserto por espaço de quarenta anos.

(Atos 7:19-36) Estêvão


Subiu, pois, Moisés das planícies Moab ao monte Nebo, ao alto de Fasga, defronte de Jericó. O Senhor mostrou-lhe toda a terra de Galaad até Dan,
todo o Neftali, a terra de Efraim, de Manassés, toda a terra de Judá até o mar extremo;
o Negeb, a planície do Jordão, o vale de Jericó, a cidade das Palmeiras, até Segor.
E, disse-lhe o Senhor: “Esta é a terra de que jurei a Abraão, Isaque, e Jacó, dizendo: Eu a darei a tua posteridade. Tu a viste com os teus olhos mas não entrarás nela.”

(Deuteronômio 34:1-4)



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