A QUEDA DA BABILÔNIA


  • O Planeta Terra - A Grande Prostituta
  • Deus se serve das nações para castigar o seu povo
  • O fim da idolatria
  • Os comerciantes lamentam o fim da Babilônia



Conforme o seu costume, Jesus saiu dali e dirigiu-se para o Monte das Oliveiras, seguido dos seus discípulos.
E quando chegou àquele lugar, disse-lhes: “Orai para que não entreis em tentação.”
E afastou-se deles à distância de um tiro de pedra. E, posto de joelhos, orava,
dizendo: “Pai, se queres, afasta de mim este cálice!...

(Lucas 22:39-42a)


E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, adornada com ouro, e pedras preciosas, e pérolas, e tinha na mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição.

(Apocalipse 17:4)


... Porém, seja feita não a minha vontade, mas a tua.”
Então lhe apareceu um anjo do céu, que o confortava.
E posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor fez como de gotas de sangue, a correr sobre a Terra.

(Lucas 22:42b-44)


Então veio um dos sete anjos que tinham os sete cálices, e falou-me, dizendo: "Vem cá, e eu te mostrarei a condenação da grande prostituta, que está sentada sobre as grandes águas,
com a qual se prostituíram os reis da Terra; e os que habitam na Terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição."
E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma Besta de cor escarlate, que estava cheia de nomes de blasfêmia e tinha sete cabeças e dez chifres.
E a Mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, adornada com ouro, e pedras preciosas, e pérolas, e tinha na mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição.
E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, A Grande Babilônia, A Mãe das Prostituições e Abominações da Terra.
E vi que a Mulher estava embriagada do sangue dos santos e do sangue das testemunhas de Jesus e quando a vi, fiquei espantado e grandemente admirado.
Então disse-me o anjo, “Porque te admiras? Eu te direi o mistério da mulher e da Besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres.
A Besta que viste foi e já não é; há de subir do abismo para ir à perdição; e os que habitam na Terra, cujos nomes não estão escritos no Livro da Vida desde o princípio do mundo, admirar-se-ão ao ver reaparecer a Besta que era, que já não é, mas que reaparecerá.
Aqui há sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada.
E são também sete reis: Cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo.
A Besta que não existia e não existe mais, ela mesma é o oitavo rei, e é também um dos sete, mas caminha para a perdição.
E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão o poder como reis por uma hora, juntamente com a Besta.
Estes tem um mesmo intento e entregarão o seu poder e autoridade à Besta.
Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão os que estão com ele, chamados, eleitos e fiéis."
E disse-me: "As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas.
E os dez chifres que viste na Besta são os que aborrecerão a prostituta, e a porão desolada e nua, e comerão a sua carne, e a queimarão no fogo.
Porque Deus lhes pôs nos seus corações executarem o que é do seu agrado, isto é, darem o seu reino à Besta até que se cumpram as Palavras de Deus.
E a mulher que viste é a grande cidade, aquela que reina sobre os reis da Terra."

(Apocalipse 17:1-18)


Nesta cidade foi encontrado o sangue dos profetas e dos santos e de todos o que foram mortos sobre a Terra.

(Apocalipse 18:24)


No segundo ano do seu reinado teve Nabucodonosor um sonho e seu espírito ficou em extremo atemorizado; depois esqueceu-se inteiramente deste sonho.
Mandou, pois, o rei convocar os adivinhos e os magos, os encantadores e os caldeus, para que lhe fizessem conhecer qual tinha sido o seu sonho. Eles, tendo chegado, apresentaram-se diante do rei.
O rei disse-lhes: "Tive um sonho, mas o meu espírito está perturbado e já não sei o que vi."
Os caldeus responderam ao rei (em língua aramaica): "Senhor, longa vida ao rei! Narra teu sonho para que teus servos dêem a interpretação."
Respondendo o rei, disse aos caldeus: "O meu sonho fugiu-me da memória; e se vós me não declarardes o sonho e a sua significação, todos perecereis e as vossas casas serão confiscadas.
Mas, se me revelardes tanto o conteúdo quanto a significação do sonho, recebereis de mim donativos, presentes e grandes testemunhos de honra. Portanto, dizei-me meu sonho e o que ele significa."
Responderam segunda vez e disseram: "Diga o rei o sonho a seus servos, e daremos a sua interpretação."
Respondeu o rei e disse: "Conheço bem que procurais ganhar tempo, pois sabeis que o sonho o esqueci.
Se vós, pois, me não disserdes o que sonhei, o conceito único que formarei de vós é que também forjareis uma interpretação falsa e cheia de ilusão, para me entreterdes com palavras, até que tenha passado o tempo. Dizei, pois, qual foi o meu sonho, para que eu também saiba que a interpretação que lhe derdes é verdadeira."
Dando, pois, a sua resposta os caldeus na presença do rei disseram: "Não há homem, ó rei, sobre a Terra, que possa executar a tua ordem; nenhum rei há, por grande e poderoso que seja, que pergunte semelhante coisa a um adivinho, a um mago, ou a um caldeu.
Porque o que tu perguntas, ó rei, é difícil; nem se achará pessoa alguma que declare isso diante do rei, exceto os deuses; os quais não tem comércio com os homens."
Então, o rei muito se irou e enfureceu; e ordenou que matassem a todos os sábios de Babilônia.
E saiu o decreto segundo o qual deviam ser mortos os sábios; e buscaram Daniel e os seus companheiros, para que fossem mortos.
Então, Daniel informou-se de Arioc, general dos exércitos do rei, que tinha saído para fazer matar os sábios de Babilônia, sobre que lei e sentença era esta.
"Por que, perguntou-lhe, uma sentença tão severa da parte do rei?" Arioc expôs-lhe o assunto.
Apresentou-se Daniel ao rei e suplicou-lhe que lhe concedesse algum tempo para dar solução ao que o rei desejava.
Então, Daniel foi para sua casa e fez saber o caso a Hananias, Misael e Azarias, seus companheiros,
a fim de que eles implorassem a misericórdia do Deus do céu acerca deste segredo, e para que Daniel e seus companheiros não perecessem com os outros sábios de Babilônia.
Então, foi revelado o segredo a Daniel numa visão de noite; e Daniel louvou o Deus do céu.
Falou Daniel e disse: "Seja bendito o Nome de Deus para todo o sempre, porque dele é a sabedoria e a força;
é ele quem fez mudar os tempos e as circunstâncias; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e ciência aos inteligentes.
Ele revela o profundo e os escondido e conhece o que está em trevas; e com ele mora a luz.
A ti, ó Deus de nossos pais, eu dou graças e te louvo, porque me deste a sabedoria e a fortaleza, e agora me mostrastes o que tínhamos pedido, porque nos descobriste o que o rei desejava saber.
Depois disto, Daniel foi ter com Arioc, a quem o rei tinha ordenado que fizesse matar os sábios de Babilônia, e falou-lhe desta maneira: "Não mates os sábios de Babilônia, acompanha-me à presença do rei e eu lhe darei a solução que deseja."
Então Arioc apresentou logo Daniel ao rei e disse-lhe: "Encontrei um homem entre os cativos dos filhos de Judá, que dará ao rei a solução que deseja."
O rei respondeu e disse a Daniel, que tinha por nome Baltasar: "Julgas que me poderás dizer verdadeiramente o que eu vi em sonho e dar-me a sua interpretação?"
Respondeu Daniel na presença do rei e disse: "O segredo que o rei requer, nem sábios, nem astrólogos, nem magos, nem adivinhos o podem descobrir ao rei.
Mas no céu há um Deus que revela os mistérios, o qual mostrou, ó rei Nabucodonosor, as coisas que hão de acontecer nos últimos tempos.
O teu sonho e as visões que a tua cabeça teve no teu leito, são as seguintes:
"Tu, ó rei, começastes a pensar, estando na tua cama, no que havia de acontecer depois destes tempos; e aquele que revela os mistérios te descobriu as coisas que hão de vir.
Quanto a mim, se esse ministério me foi desvendado, não é que haja mais sabedoria em mim do que nos outros homens, mas para eu dar a interpretação, a fim de que se faça luz nos pensamentos do teu coração.
Tu, ó rei, estavas olhando e parecia-te que vias como que uma grande estátua; e esta estátua grande e de altura extraordinária, estava de pé diante de ti e o seu aspecto era espantoso.
A cabeça desta estátua era de ouro finíssimo; porém o peito e os braços eram de prata; o ventre e as coxas eram de cobre;
as pernas, de ferro os pés, em parte de ferro e em parte de barro.

Estavas a olhá-la, quando uma pedra se desprendeu dum monte sem intervirem mãos, a qual feriu a estátua nos seus pés de ferro e de barro e os fez em pedaços.
Então se quebraram a um tempo o ferro, o barro, o cobre, a prata e o ouro, e ficaram reduzidos como a miúda palha que o vento leva para fora da eira no tempo do estio; não ficou nada da eira no tempo do estio; não ficou nada deles; porém a pedra que tinha dado na estátua tornou-se um grande monte que encheu toda a Terra.
Este é o sonho. Diremos também na tua presença, ó rei, a sua interpretação.
Tu ó rei, és rei de reis, pois o Deus dos céus te tem dado o reino, e o poder, e a força, e a majestade.
E onde quer que habitem filhos de homens, animais do campo e aves do céu; ele tos entregou na tua mão e fez que dominassem sobre todos eles; tu és a cabeça de ouro.
Depois de ti, se levantará outro reino, menor que o teu, que será de prata; e outro terceiro reino, que será de cobre, o qual mandará em toda a Terra.
Um quarto reino será forte como o ferro; do mesmo modo que o ferro esmaga e tritura tudo, da mesma maneira ele esmagará e pulverizará todos os outros.
Os pés e os dedos, parte de terra argilosa de modelar, parte de ferro, indicam que esse reino será dividido: Haverá nele algo da solidez do ferro, já que viste ferro misturado ao barro.
mas os dedos, metade de ferro e metade de barro, mostram que esse reino será ao mesmo tempo sólido e frágil.
E como tu viste que o ferro estava misturado com a terra e com o barro, também eles se misturarão por meio de parentescos contraídos, mas não formarão um corpo único entre si, assim como o ferro se não pode ligar com o barro.
No tempo desses reis, o Deus dos céus suscitará um reino que jamais será destruído e cuja soberania jamais passará a outro povo: destruirá e aniquilará todos os outros, enquanto que ele subsistirá eternamente.
Segundo o que viste que uma pedra foi arrancada do monte sem intervir mão de (homem) e esmigalhou o barro, o ferro, o cobre, a prata o ouro, com isto mostrou o grande Deus ao rei o que está para vir nos tempos futuros. É verdadeiro o sonho e fiel esta interpretação.

(Daniel 2:1-45)


Setenta semanas de anos foram decretadas sobre o teu povo e sobre a tua Cidade Santa a fim de que as prevaricações se consumassem, o pecado tenha o seu fim, a iniquidade se apague, a justiça eterna seja trazida, as visões e profecias se cumpram e o Santo dos Santos seja ungido.
Sabe e entende; desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as ruas e as tranqueiras se reedificarão, mas em tempos angustiosos.
Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Cristo, e o povo que o há de negar, não será mais seu; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação e até ao fim haverá guerra; estão determinadas assolações.
Com muitos ele fará uma Aliança que durará uma semana; e, na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.”

(Daniel 9:24-27)


Completos que forem os setenta anos, irei com minha visita contra o rei da Babilônia, e contra aquela gente, diz o Senhor, para castigar a sua iniquidade, e contra a terra dos caldeus; reduzi-la-ei a uma eterna solidão.
Verificarei sobre aquela terra todas as Minhas Palavras, que tenho pronunciado contra ela, tudo o que está escrito neste Livro, tudo quanto profetizou Jeremias contra todas as nações;
porque estas os serviram a eles, não obstante serem muitas nações e reis poderosos e eu lhes darei segundo as suas obras e segundo as ações das suas mãos.

(Jeremias 25:12-14)


Palavra que o Senhor pronunciou acerca da Babilônia e da terra dos caldeus, por intermédio do profeta Jeremias.
Anunciai entre as nações e fazei-lho ouvir, levantai a bandeira, publicai-o e não lho encubrais; dizei Babilônia foi tomada...

(Jeremias 50:1-2a)


Tu te ergueste contra o Senhor do céu. Trouxeram-te os vasos do seu Templo, nos quais bebeste o vinho, tu, teus nobres, tuas mulheres e tuas concubinas. Louvaste os teus deuses de prata e de ouro, de metal e de ferro, de madeira e pedra, que não vêem, nem ouvem, nem sentem; e não deste glória ao Deus, que tem na sua mão o teu alento e todos os teus caminhos.

(Daniel 5:23)


... confundidos estão os seus ídolos, e caídos estão os seus deuses.

(Jeremias 50:2b)


Naqueles dias e naquele tempo, diz o Senhor, os filhos de Israel virão, eles e os filhos de Judá juntamente; andando e chorando, virão e buscarão ao Senhor, seu Deus.
Por-se-ão em procura de Sião, e para lá voltarão seus rostos. "Vinde! Unamo-nos ao Senhor por uma Eterna Aliança que não será jamais esquecida!
Ovelhas perdidas foram o meu povo, os seus pastores as fizeram errar, para os montes as deixaram desviar; caminhavam por montanhas e colinas, esquecendo-se de seu aprisco.
Quantos as encontravam, devoravam-nas; e diziam seus inimigos: "Nenhum mal existe nisso, porquanto pecaram contra o Senhor, verdadeiro aprisco, e esperança de seus pais."
Fugi do meio da Babilônia...

(Jeremias 50:4-8a)


A tua ignomínia será descoberta, ver-se-á o teu opróbrio; tomarei vingança e não haverá homem que me resista.
O Nosso Redentor é aquele que tem por Nome Senhor dos Exércitos, o Santo de Israel.

(Isaías 47:3-4)


Ficará coberta de confusão a vossa mãe. Aquela que vos gerou corará de vergonha; eis que ela será a última das nações, um deserto, uma terra seca e uma solidão.
Pela ira do Senhor ficará despovoada, e será toda convertida numa solidão; todo o que passar por Babilônia, se espantará e dará uma vaia sobre todas as suas ruínas.
Atacai Babilônia de todas as partes, vós todos os que sabeis manejar o arco; combatei-a, não poupeis as flechas, porque ela pecou contra o Senhor.
De todos os cantos, lançai contra ela o grito de guerra! Ela estende a mão; desmoronam-se-lhe as torres e as muralhas, porque é a vingança do Senhor; tomai vingança dela, fazei-lhe o mesmo o que ela fez.

(Jeremias 50:12-15)


Estrondo de batalha há na Terra e de grande destruição.
Como foi feito em pedaços o martelo que feria o mundo inteiro? Como se transformou Babilônia em objeto de pasmo entre as nações.
Lancei-te a rede e, sem o saberes, foste colhida de improviso, Babilônia Eis-te apanhada e presa, por haveres provocado o Senhor.
Abriu o Senhor seu arsenal, do qual tirou as armas da sua ira, porque o Senhor Deus dos Exércitos tem uma obra contra o país dos caldeus.
Vinde contra ela dos confins da Terra, abri os seus celeiros, trilhai-a como a feixes e destruí-a de todo; nada lhe fique de resto.
Matai à espada a todos os seus novilhos, que eles desçam ao degoladouro; aí deles! Porque veio o seu dia, o tempo da sua visitação.
Vinde contra ela de todos os confins, abri seus celeiros, amontoai em feixes, e tudo exterminai sem que reste coisa alguma.
Anunciai a todos os que estendem o arco, que venham em bandos contra Babilônia, cercai-a de todas as partes, não escape nenhum; dai-lhe o pago das suas obras; segundo todas as coisas que fez, assim fazei a ela; porque se levantou contra o Senhor, contra o Santo de Israel.
Por isso os seus jovens vão cair nas praças e todos os seus guerreiros perecerão nesse dia - Oráculo do Senhor.
Eis que eu sou contra ti, ó soberbo, diz o Senhor Deus dos Exércitos, porque veio o teu dia em que te hei de visitar.
Cairá o soberbo, dará consigo em terra e não haverá quem o levante; e porei fogo às suas cidades, o qual consumirá todos os seus contornos.
Isto diz o Senhor dos Exércitos: Os filhos de Israel e juntamente os filhos de Judá sofrem opressão; todos os que os cativaram, os retêm, não os querem deixar ir.
É forte, contudo, o seu vingador, cujo nome é Senhor dos Exércitos; e defender-lhes-á com ardor a causa, para assombrar a Terra e fazer tremer os moradores de Babilônia.
À espada os caldeus - Oráculo do Senhor - e a população de Babilônia, os seus chefes e os seus sábios.
Espada contra seus adivinhos, para que enlouqueçam. Espadas contra seus valentes, para que se amedrontem.
À espada os seus cavalos e os seus carros, e toda a massa de povo que nela se encontra, para que se tornem como mulheres! À espada seus tesouros, para que sejam saqueados!
Cairá a seca sobre as suas águas, e secarão, porque é uma Terra de imagens de escultura, e eles, pelos seus ídolos, andam enfurecidos.
Por isso as feras aí farão sua morada com os chacais, e os avestruzes aí fixarão sua habitação. Jamais será ela habitada e para sempre ficará deserta.
Acontecer-lhe-á como no tempo em que Deus destruiu Sodoma, Gomorra e as cidades vizinhas - Oráculo do Senhor. Ninguém mais aí habitará, e nenhum ser humano a povoará.
Eis que do norte acorre um povo: uma grande nação e reis numerosos erguem-se dos confins da Terra,
armados de arcos e setas. São cruéis e sem piedade; o barulho que fazem assemelha-se ao rugido do mar. Montados em cavalo alinham-se em ordem de batalha contra ti, filha de Babilônia.
O rei da Babilônia ouviu a fama deles, e desfaleceram as suas mãos; angústia se apoderou dele, dores, como da que está de parto.

(Jeremias 50:22-43)


Todos aqueles que forem encontrados serão mortos; os que forem apanhados serão passados à espada.
Seus filhinhos serão massacrados diante de seus olhos, suas casas serão saqueadas, e suas mulheres, violadas.

(Isaías 13:15-16)


... que não farão caso da prata, nem tampouco desejarão ouro.
E os seus arcos despedaçarão os jovens, e não se compadecerão das mulheres grávidas, nem pouparão os seus filhos.

(Isaías 13:17b-18)


As feras terão aí seu covil, os mochos frequentarão as casas, as avestruzes morarão aí, e os sátiros farão aí suas danças. Os chacais uivarão nos seus palácios, e os lobos, nas suas casas de prazer. Sua hora está próxima e seus dias estão contados.

(Isaías 13:21-22)


Ao estrondo da queda de Babilônia comoveu-se a Terra, e os seus gritos foram ouvidos entre as nações.

(Jeremias 50:46)


Eu irei adiante de ti e humilharei os grandes da Terra; arrombarei as portas de bronze e quebrarei as trancas de ferro.

(Isaías 45:2)


Ó tu que habitas sobre muitas águas, rica de tesouros! Chegou o teu fim, a medida da tua avareza.
Jurou-o o Senhor dos Exércitos, por si mesmo: Encher-te-ei de homens tão numerosos como gafanhotos, que lançarão gritos triunfantes sobre ti.

(Jeremias 51:13-14)


Saí da Babilônia, fugi...

(Isaías 48:20a)



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