MEU POVO NÃO TEVE INTELIGÊNCIA pg 2



E acendem mais luzes do que eles mesmos precisam, enquanto que os deuses não podem vê-las.
Como o madeiramento do templo, cujo cerne dizem estar carunchado por cupins saídos do chão, assim também esses deuses nada sentem quando suas roupas ou eles próprios são corroídos.
O rosto deles fica escuro por causa da fumaça do templo.
Sobre o seu corpo e sobre a sua cabeça voam os moxos e as andorinhas, e outras aves, e também os gatos andam sobre eles.
De tudo isso podeis concluir que não são deuses, e que nenhum respeito lhes deveis.
O ouro que os reveste serve, sem dúvida, para embelezá-los mas, se não se polir o ouro, não brilham. E nem sentiram quando foram fundidos.
Por alto preço são comprados e não há neles espírito de vida.
Sem pés, são carregados nos ombros, mostrando aos homens a sua falta de valor. Até quem cuida deles passa vergonha, pois se um desses deuses cai no chão, ele é que tem de levantá- lo.
E quando alguém os coloca erguidos e de pé, eles não são capazes de andar por si mesmos; se tombam não podem se endireitar; mas pôr-lhes-ão diante, como a mortos, as oferendas.
Os seus sacerdotes vendem estas oferendas e fazem delas um mau uso; as suas mulheres tomam também delas e não dão coisa alguma nem aos enfermos nem aos mendigos.
As mulheres em seu estado de impureza e que deram à luz tocam nesses sacrifícios. Portanto, bem podeis reconhecer que não são deuses. Não tenhais pois para com eles respeito algum.
Como poderiam eles ser chamados deuses? Pois há mulheres que tomam parte no culto desses ídolos de prata, de ouro e de madeira!
E nos seus templos, os sacerdotes assentam-se com as vestes rasgadas, descoberta a cabeça, cabelos e barbas raspados!
Gritam e clamam ante seus ídolos, como se fora no festim de um morto.
Os sacerdotes tiram-lhes os seus vestidos e com eles vestem as suas mulheres e os seus filhos.
São incapazes de retribuir, quer lhes faça um bem ou um mal. Nem mesmo poderiam aclamar um rei ou destroná-lo.
Nem tampouco podem dar riquezas, nem retribuir o mal. Se alguém lhes fizer um voto e não o cumprir, nem disto se queixam.
Tampouco lhes é dado proteger alguém da morte, como arrancar o fraco das mãos do mais forte.
Não são capazes de devolver a vista ao cego, nem de livrar do perigo homem nenhum;
não têm compaixão pela viúva, nem prestam ajuda nenhuma ao órfão.
Quais pedras da montanha, são esses ídolos de madeira, dourada ou prateada, e seus servos deveriam envergonhar-se deles.
Como, então, pensar ou dizer que são deuses?
Até mesmo os caldeus os desrespeitam. Quando vêem alguém mudo, incapaz de falar, eles o apresentam ao deus bel, pedindo que o faça falar, como se ele fosse capaz de ouvir.
E, embora saibam bem isso, não podem abster-se de assim agir, tão falhos que são de inteligência.
Mulheres, cingidas de corda, vão sentar-se à beira dos caminhos e aí fazem fumaça, queimando sementes.
Quando uma delas é levada por algum homem que passa, a fim de dormir com ele, começa a desprezar a companheira, que não teve a mesma honra nem arrebentou a corda.
Todas as coisas que se fazem em honra destes deuses são falsas. Como se pode pensar ou dizer que são deuses?
Esses deuses foram fabricados por escultores e ourives, e não podem ser nada mais daquilo que os seus autores queriam que fossem.
Aqueles que os fizeram não vivem muitos anos; então, como pode ser deus aquilo que eles fizeram?
Como poderia ser diferente a obra de suas mãos? Assim só deixam a seus descendentes engano e vergonha.
Porque, quando sobrevém alguma guerra ou desastre, consultam os sacerdotes entre si, a fim de saber aonde deverão ir ocultar-se com seus ídolos.
Como acreditar, então, que sejam deuses aqueles que são incapazes de se salvar da guerra ou de outra qualquer calamidade?
Mais tarde vir-se-á a saber que os ídolos de madeira dourada ou prateada são apenas engano. E aos olhos de todos os povos e de todos os reis tornar-se-á evidente que não são deuses, mas obras de mãos humanas, já que nada encontra de divino neles.
Como, pois, poderá deixar de se tornar evidente que não são deuses?
Eles não podem entronizar um rei num país, nem dar chuva aos homens.
Não decidirão as contendas nem livrarão as províncias da opressão, pois nada podem, como as gralhas que voam entre o céu e a terra.
E o fogo atinge o templo desses ídolos de madeira dourada ou prateada, os seus sacerdotes fugirão e se livrarão; mas eles como as vigas no meio das chamas, serão queimados.
E não poderiam resistir nem a um rei nem aos inimigos. Como admitir, então, ou mesmo supor que possam ser tidos por deuses?
Esses deuses de madeira prateada e dourada nem mesmo podem defender-se contra os ladrões.
Mais fortes que eles, arrebatam-lhes o ouro e a prata e até as vestes de que foram cobertos, e se retiram sem que os deuses tenham podido defender-se a si mesmos.
Mais vale um rei que mostra bravura ou mesmo um objeto de utilidade em casa, do qual o dono pode se servir, do que esses deuses falsos. Mais vale uma porta que, numa casa, protege tudo o que está dentro, do que esses falsos deuses.
O sol por certo, a lua e as estrelas, sendo resplandecentes e destinados para vários usos, obedecem a Deus.
Da mesma forma o relâmpago, quando fuzila, deixa-se ver, e o vento sopra por todas as regiões.
E as nuvens que recebem de Deus a ordem de percorrer toda a Terra executam a missão que lhes foi imposta.
Quando o fogo é enviado do céu para consumir as florestas das montanhas, cumpre o que lhe foi ordenado. Nem a beleza, nem o poder dos ídolos podem igualar-se a essas maravilhas.
Por onde não se deve pensar nem dizer que eles são deuses, visto que não podem nem fazer justiça, nem valer em coisa alguma aos homens.
Por isso, sabendo que não são deuses, não os temais.
Eles não têm a faculdade de amaldiçoar os reis nem de abençoá-los.
Nem tampouco mostram no céu aos povos os sinais dos tempos; nem brilham como o sol, nem alumiam como a lua.
Mais do que eles valem os animais, que podem refugiar-se debaixo dum coberto e ser úteis a si próprios.
É nos, pois, manifesto que de nenhuma maneira são deuses; portanto não os temais.
Como espantalho em plantação de pepinos, que nada vigia, assim são esses deuses de madeira, dourados ou prateados.
Moita de espinhos num jardim, na qual vêm os pássaros pousar; cadáver lançado em lugar tenebroso, eis o que são esses deuses de madeira dourada e prateada.
Pelas roupas de púrpura ou linho que vão apodrecendo em cima deles, pode-se reconhecer que não são deuses. Acabarão por ser devorados, e se tornarão desonra para sua nação.
Melhor é, portanto, a condição de um homem honesto que não tem ídolos, pois assim estará sempre isento de confusão."

(Baruc 6)


Porque meu povo se perde por falta de conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da Lei de teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.

(Oséias 4:6)


O boi conhece o seu possuidor, e o jumento o presépio do seu dono, mas Israel não me conheceu e meu povo não teve inteligência.

(Isaías 1:3)


Aproximaram-se de Jerusalém. Quando chegaram a Betfagé, perto do Monte das Oliveiras, Jesus enviou dois de seus discípulos,
dizendo-lhes: “Ide à aldeia que está diante de vós, e logo encontrareis presa uma jumenta e um jumentinho com ela. Desatai-a e trazei-os para mim.
Se alguém vos disser alguma coisa, respondei-lhe que é o Senhor quem precisa deles, mas logo os mandará de volta.”
Ora, tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta, que diz:
“Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti manso, montado numa jumenta e num jumentinho, filho da que leva o jugo.”
E, indo os discípulos e fazendo como Jesus lhes ordenara,
trouxeram a jumenta e o jumentinho, e sobre eles puseram as suas vestes, e fizeram-no assentar em cima.
O povo em grande número estendia no caminho os seus mantos; outros cortavam ramos de árvores e juncavam com eles a estrada.
E as multidões, tanto as que iam adiante como as que o seguiam, clamavam dizendo: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em NOME DO SENHOR! Hosana nas alturas!”
E, entrando ele em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou, dizendo: “Quem é este?”

(Mateus 21:1-10)


Depois que Jesus foi batizado, saiu logo da água. Eis que os céus se abriram e viu descer sobre ele, em forma de pomba, o Espírito de Deus.
E eis que uma voz dos céus dizia: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”

(Mateus 3:16-17)


... e o nome pela qual se chama é a Palavra de Deus.

(Apocalipse 19:13b)


Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu Eleito, em quem se compraz a minha alma; pus o meu Espírito sobre ele; juízo produzirá entre os gentios.
Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na praça.
Não quebrará a cana rachada, nem apagará a mecha que ainda fumega; fará justiça conforme a verdade.
Não será fraco, nem turbulento, até que estabeleça a justiça sobre a Terra; e as ilhas esperarão a Sua Lei.
Assim diz Deus, o Senhor, que criou os céus, e os estendeu, e espraiou a terra, e a tudo quanto produz; que dá a respiração ao povo que nela está, e o espírito aos que andam nela.
Eu, o Senhor, te chamei em justiça, e te tomarei pela mão, e te guardarei, e te darei por Aliança do povo, e para luz dos gentios.
Para abrir os olhos dos cegos, para tirar da prisão os presos, e do cárcere os que jazem em trevas.

Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura.

(Isaías 42:1-8)


E as multidões respondiam: “Este é Jesus, o profeta de Nazaré da Galiléia.”
E entrou Jesus no Templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no Templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.
E disse-lhes está escrito: “A minha casa é casa de oração, e vós fazeis dela um covil de ladrões.”

(Mateus 21:11-13)


Os ídolos dos pagãos não passam de prata e ouro; são obras de mãos humanas.

(Salmos (134)135:15)


E ao entrar na casa, encontraram o menino com Maria, sua mãe. E prostrando-se, o adoraram. E abrindo seus tesouros, ofereceram-lhe presentes de ouro, incenso e mirra.

(Mateus 2:11)


... multiplicou os seus altares para pecar; só para pecar lhe serviram.
Escrevi para eles as grandezas da Minha Lei; mas isso é para eles como coisa estranha.

(Oséias 8:11b-12)


Não terás outros deuses diante de mim.
Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás culto. Eu sou o Senhor, teu Deus, um Deus Zeloso...

(Êxodo 20:3-5a)


Até a cegonha pelo ar reconhece a estação, e as rolas e as andorinhas são fiéis à migração. O meu povo, porém, não conhece a Lei do Senhor.
Como dizeis vós: “Somos sábios, e a Lei do Senhor está conosco?” Verdadeiramente o estilete mentiroso dos escribas gravou a mentira.
Os sábios consternados e confundidos ficarão cobertos de vergonha, por haverem repelido a Palavra do Senhor; qual seria então a sabedoria deles?

(Jeremias 8:7-9)


Aconteceu porém que, aproximando-se Jesus de Jericó, um cego estava sentado à margem do caminho a mendigar.
Ouvindo a multidão que passava, perguntou o que era aquilo.
Disseram-lhe que era Jesus de Nazaré que estava passando.
Então, clamou, dizendo: "Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!"
E os que iam passando repreendiam-no para que se calasse; mas ele clamava ainda mais: "Filho de Davi, tem misericórdia de mim!"
Jesus parou e mandou que o trouxessem. Quando o cego se aproximou, perguntou-lhe,
dizendo: "Que queres que te faça?" E ele disse: "Senhor, que eu veja."
E Jesus lhe disse: "Vê; a tua fé te salvou."

(Lucas 18:35-42)


De sorte que a é pelo ouvir; e o ouvir pela PALAVRA DE DEUS.

(Romanos 10:17) Paulo


No mesmo instante começou a enxergar. E o seguia, louvando a Deus. O povo todo, vendo isso, deu louvores a Deus.

(Lucas 18:43)


Disse-lhes JESUS: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim."

(João 14:6)


... e o nome pelo qual se chama é a PALAVRA DE DEUS.

(Apocalipse 19:13b)


Seguireis o Senhor, Vosso Deus, e o temereis; observareis os seus MANDAMENTOS, obedecereis à sua voz e o servireis com muito zelo.

(Deuteronômio 13:4)



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