O CÂNTICO DE MOISÉS E O CÂNTICO DO CORDEIRO


  • A morte de João Batista
  • A multiplicação dos pães
  • Pedro anda sobre as águas



Naquele tempo, Herodes, o tetrarca, ouviu falar da fama de Jesus.
E disse aos seus cortesãos: “É João Batista que ressuscitou. É por isso que ele faz tantos milagres.”
De fato, por causa de Herodíades, mulher de seu irmão Filipe, Herodes prendera João e o atirara algemado no cárcere.
Porque João lhe repetia: “Não te é lícito possuí-la.”
De boa mente o mandaria matar; temia, porém, o povo que considerava João um profeta.
Mas, na festa de aniversário de nascimento de Herodes, a filha de Herodíades dançou no meio dos convidados e agradou a Herodes,
pelo que prometeu, com juramento, dar-lhe tudo o que pedisse.
E ela, instruída previamente por sua mãe, disse: “Dá-me aqui num prato a cabeça de João Batista.”
O rei afligiu-se, mas, por causa do juramento e dos que estavam à mesa com ele, ordenou que se lhe desse.
E mandou degolar João no cárcere,
e a sua cabeça foi trazida num prato e dada à jovem, e ela a levou a sua mãe.
E chegando os seus discípulos, levaram o seu corpo e o sepultaram e foram dar a notícia a Jesus.
A essa notícia, Jesus partiu dali numa barca para se retirar a um lugar deserto, mas o povo soube e a multidão das cidades o seguiu a pé.
E ao saltar em terra, viu Jesus uma grande multidão de povo e teve deles compaixão, e curou os seus enfermos.
E vindo a tarde, chegaram-se a ele os seus discípulos, dizendo: “Este lugar é deserto e já é passada a hora; deixa ir essa gente, para que, passando pelas aldeias, compre de comer.”
E Jesus lhes disse: “Não tem necessidade de ir. Dai-lhe vós mesmos de comer.”
Então, eles lhe disseram: “Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes.”
Disse-lhes Jesus: “Trazei-mos cá.”
E depois de ordenar à multidão que se sentasse na relva, tomou os cinco pães (corpo de Jesus) e os dois peixes (Moisés), ergueu os olhos até ao céu e pronunciou a benção; partiu, depois os pães e deu-os aos seus discípulos, e estes à multidão.

(Mateus 14:1-19)


.... dizendo: "Isto é o meu CORPO, que por vós é dado; fazei isso em memória de mim."

(Lucas 22:7-20) Jesus


... e o nome pelo qual se chama é a PALAVRA DE DEUS.

(Apocalipse 19:13b)


E comeram todos e saciaram-se, e levantaram dos pedaços que sobejaram doze cestos cheios.
Ora, o número dos que tinham comido era de cinco mil homens, sem falar em mulheres e crianças.
Logo depois, Jesus obrigou seus discípulos a entrar na barca e a passar antes dele para a outra margem, enquanto ele despedia a multidão.

(Mateus 14:20-22)


Tereis muito cuidado em praticar tudo o que hoje vos prescrevo, para que possais viver e multiplicar-vos, e entrar na possessão da terra que o Senhor jurou dar a vossos pais.
E recordar-te-ás de todo o caminho por onde o Senhor teu Deus te conduziu pelo deserto durante quarenta anos, para te castigar, e para te provar e para que se tornasse manifesto o que estava dentro de teu coração, se guardarias ou não seus MANDAMENTOS.
Afligiu-te com a fome, e deu-te por sustento o maná, que tu e teus pais desconhecíeis, PARA TE MOSTRAR QUE O HOMEM NÃO VIVE SÓ DE PÃO MAS DE TODA A PALAVRA QUE SAI DA BOCA DE DEUS.

(Deuteronômio 8:1-3)


Dias hão de vir - Oráculo do Senhor - em que firmarei Nova Aliança com as casas de Israel e de Judá.
Não como a Aliança que eu fiz com seus pais no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito, Aliança que eles violaram; embora eu fosse o esposo deles.
Mas eis a Aliança que farei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: Imprimirei a Minha Lei nas suas entranhas, escrevê-la-ei nos seus corações, serei o seu Deus e eles serão o meu povo.
Ninguém ensinará mais o seu próximo, nem o seu irmão, dizendo: "Conhece o Senhor;" porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior, diz o Senhor; porque perdoarei a sua maldade, e não me lembrarei mais do seu pecado.

(Jeremias 31:31-34)


Logo depois, Jesus obrigou seus discípulos a entrar na barca e a passar antes dele para a outra margem, enquanto ele despedia a multidão.
E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só.
A barca ia já no meio do mar, açoitada pelas ondas, pois o vento era contrário.
Porém na quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando sobre o mar.
E os discípulos, vendo-o caminhar sobre o mar, assustaram-se dizendo: “É um fantasma.” E gritaram, com medo.
Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: “Tende bom ânimo, sou eu; não temais.”
Pedro tomou a palavra e falou: “Senhor, se és tu, manda-me ir sobre as águas até junto de ti.”
Disse-lhe Jesus: “Vem!” Pedro, descendo da barca, andava sobre as águas e chegou até Jesus.
Vendo porém que o vento era forte, teve medo, e, começando a afundar, bradou: “Senhor, salva-me!”

(Mateus 14:22-30)


Simão, Simão, eis que Satanás vos procurou para vos peneirar com o trigo.
Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos.

(Lucas 22:31-32)


Jesus, estendendo logo as mãos, segurou-o e disse-lhe: “Homem de pouquíssima fé, porque duvidaste?"
Logo que entraram na barca, cessou o vento.
Então aqueles que estavam na barca prostraram-se diante dele e disseram: “Tu és verdadeiramente o Filho de Deus.”
E, tendo passado para a outra banda, chegaram à terra de Genesaré.
As pessoas do lugar o reconheceram e mandaram anunciar por todos os arredores. E lhe apresentaram todos os enfermos
e rogaram-lhe que, ao menos, eles pudessem tocar a orla da sua veste; e todos os que a tocavam ficavam sãos.

(Mateus 14:31-36)


E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
"Fala aos filhos de Israel e dize-lhes que nas bordas das suas vestes façam franjas, pelas suas gerações; e nas franjas das bordas porão um cordão azul.
Fareis essas bordas para que, vendo-as, vos recordeis de todos os Mandamentos do Senhor, e os pratiqueis, e não vos deixeis levar pelos apetites de vosso coração e de vossos olhos que vos arrastam à infidelidade.
Desse modo, vós vos lembrareis de todos os meus Mandamentos, e os praticareis, e sereis consagrado ao Vosso Deus.
Eu sou o Senhor Vosso Deus, que vos tirei do Egito para ser o Vosso Deus. Eu sou o Senhor Vosso Deus."

(Números 15:37-41)


Assim diz o Senhor dos Exércitos: “Ainda sucederá que virão povos e habitantes de muitas cidades;
e os habitantes de uma cidade irão à outra, dizendo: Vamos depressa suplicar favor do Senhor e buscar o Senhor dos Exércitos; eu também irei.”
Assim, virão muitos povos e poderosas nações buscar, em Jerusalém, o Senhor dos Exércitos e suplicar a bênção do Senhor.
Assim diz o Senhor dos Exércitos: “Naquele dia, sucederá que pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla da veste de um judeu, dizendo: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco.”

(Zacarias 8:20-23)


O Senhor disse a Moisés: “Eis que se avizinham os dias da tua morte: Chama Josué e apresentai-vos no Tabernáculo do Testemunho, para eu lhe dar as minhas ordens.” Foram, pois, Moisés e apresentaram-se no Tabernáculo do Testemunho.
O Senhor apareceu ali na coluna de nuvem, a qual parou à entrada do Tabernáculo.
E o Senhor disse a Moisés: “Eis que vais dormir com teus pais, e este povo levantando-se se prostituirá a deuses estranhos na terra, em que entra para habitar nela. Ele me abandonará e violará a Aliança que fiz com ele.
Assim se acenderá a minha ira, naquele dia, contra ele, e desampará-lo-ei, e esconderei dele a minha face, e ele será devorado; sobre ele cairão todos os males e aflições, de tal modo que dirá naquele dia: Verdadeiramente porque Deus não está comigo, me vieram estes males.
Eu esconderei e ocultarei a minha face naquele dia, por causa de todos os males que ele fez, por se haver tornado a outros deuses.
Agora, pois, escrevei-vos este cântico e ensinai-o aos filhos de Israel; ponde-o na sua boca, para que este cântico me seja por testemunha contra os filhos de Israel.
Com efeito, quando eu os tiver introduzido na terra que mana leite e mel que prometi a seus pais lhes dar, depois que tiverem comido, e se tiverem saciado e engordado, voltar-se-ão para outros deuses e lhes renderão culto, desprezando-me e violando a Minha Aliança.
Depois que tiverem caído sobre ele muitos males e aflições, deporá contra ele como testemunha este cântico, o qual não será tirado por nenhum esquecimento da boca da sua posteridade."
Moisés, pois, escreveu o cântico e ensinou-o aos filhos de Israel.
O Senhor ordenou a Josué, filho de Num, e disse-lhe: “Tem coragem e sê forte, porque introduzirás os filhos de Israel na terra que lhes prometi, e eu serei contigo.”
E aconteceu que, acabando Moisés de escrever as Palavras desta Lei num Livro, até de todo as acabar,
ordenou aos levitas que levavam a Arca da Aliança do Senhor, dizendo:
“Tomai este Livro e ponde-o ao lado da Arca da Aliança do Senhor, Vosso Deus, para aí servir de testemunho contra ti.
Porque eu conheço a tua obstinação e a dureza da tua cerviz. Ainda vivendo eu e andando convosco, vos portastes sempre obstinados contra o Senhor; quanto mais depois que eu morrer?
Reuni junto de mim todos os anciãos de vossas tribos e vossos magistrados: dirigir-lhes-ei estas Palavras e tomarei o céu e a Terra como testemunhas contra eles,
porque sei que depois da minha morte procedereis iniquamente, e que depressa afastareis do caminho que eu vos prescrevi; e vos sobrevirão calamidades nos últimos tempos, quando fizerdes o mal diante do Senhor, para o provocar à ira com a obra das vossas mãos."
Então Moisés falou as Palavras deste cântico aos ouvidos de toda a congregação de Israel, até se acabarem:

(Deuteronômio 31:14-30)


“Ouvi, ó céus, o que vou dizer, ouça a Terra as Palavras da minha boca.
Derrame-se como chuva a minha doutrina, espalhe-se como orvalho a Minha Palavra, como aguaceiro sobre os campos verdejantes, como chuvarada sobre a relva.
Porque vou proclamar o Nome do Senhor. Dar glória ao Nosso Deus!
Ele é a Rocha cuja obra é perfeita, porque todos os seus caminhos juízo são; Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo é.
Pecaram contra ele os não seus filhos com suas imundícias: geração depravada e perversa. É este o agradecimento que dás ao Senhor, povo louco e insensato? Não é ele teu Pai, que te possuiu, que te fez e te criou?
Lembra-te dos dias da antiguidade, atenta para os anos de muitas gerações; pergunta a teu pai, e ele te informará, aos teus anciãos, e eles to dirão.
Quando o Altíssimo repartia as nações e quando espalhava os filhos de Adão, ele marcou fronteiras para os povos, conforme o número dos filhos de Deus.
Entretanto, a parte do Senhor era o seu povo, Jacó, a porção de sua herança;
encontrou-o numa terra deserta, num lugar horroroso e de vasta solidão; e o cercou de cuidados, e o acalentou, e o guardou como a menina dos olhos!
Como a águia que provoca seus filhos a voar, e esvoaça sobre eles, estendeu as suas asas, tomou-o e o levou sobre os seus ombros.
Só o Senhor foi o seu guia, e não estava com ele deus algum estranho.
Ele o estabeleceu sobre uma terra elevada, para que comesse os frutos dos campos, para que sugasse o mel da pedra, e o azeite do rochedo duríssimo.
A manteiga das vacas, o leite das ovelhas, a carne gorda dos cordeiros,
dos carneiros de Basã e dos cabritos, com a fina flor do trigo. E bebeste como vinho puro o sangue das uvas.
E, engordando Jerusum, deu coices; engordaste-te e de gordura te cobriste; e deixou a Deus que o fez, e desprezou a Rocha da sua salvação.
Provocaram-lhe o ciúme com deuses estranhos, irritaram-no com abominações.
Sacrifícios ofereceram aos diabos, não a Deus; aos deuses que não conheceram, novos deuses que vieram há pouco, que vossos pais nunca, jamais veneraram.
Abandonaste o rochedo que te gerou e esqueceste Deus que te formou!
Ao ver tais coisas, o Senhor indignou-se com seus filhos e suas filhas,
e disse: Eu esconderei deles a minha face, e verei qual será o seu fim, porque é uma geração perversa, e uns filhos infiéis.

Excitaram o meu ciúme com coisas que não são Deus, magoaram-me com suas idolatrias, também eu excitarei o seu ciúme com gente que não constitui um povo; magoá-los-ei com uma nação insensata.
Porque um fogo se acendeu na minha ira, e arderá até ao mais profundo do inferno, e consumirá a Terra com a sua novidade, e abrasará os fundamentos dos montes.
Males amontoarei sobre eles; as minhas setas esgotarei contra eles.
Serão extenuados pela fome, devorados pela febre e pela peste mortal. Incitarei contra eles o dente das feras e o veneno dos animais que rastejam pelo chão.
Por fora os devorará a espada, e por dentro o terror, o mancebo e juntamente a virgem, a criança de leite e o velho.
Eu teria prometido reduzi-los a pó, apagar sua lembrança do meio dos homens.
Mas diferi por causa da arrogância dos inimigos; para que os seus inimigos não se ensoberbecessem e dissessem: Foi a nossa mão poderosa, e não o Senhor que fez todas essas coisas.
Porque é uma nação insensata, desprovida de inteligência.
Se fossem sábios, compreenderiam, e discerniriam aquilo que os espera.
Como poderia um só homem perseguir mil, e dois pôr em fuga dois mil, se o seu rochedo não os tivesse vendido, se o Senhor não os tivesse entregado?
Porque o rochedo deles não é como o nosso rochedo; disso os nossos inimigos são testemunhas.
Suas videiras são das plantações de Sodoma e dos terrenos de Gomorra; suas uvas são venenosas, seus cachos, amargosos.
O seu vinho é ardente veneno de dragões e peçonha cruel de víboras.
Porventura não estão guardadas estas coisas junto de mim e seladas nos meus tesouros?
Minha é a vingança e a recompensa, ao tempo em que resvalar o seu pé; porque o dia da ruína está próximo, e as coisas que lhes hão de suceder se apressam a chegar.
O Senhor julgará o seu povo e se compadecerá dos seus servos; verá que a sua mão está sem força, e que também os que estavam fechados desfaleceram, e que os que tinham ficado foram consumidos.
Então dirá: Onde estão os seus deuses, a rocha em quem confiavam,
que comiam a gordura dos seus sacrifícios e bebiam o vinho das suas libações? Levantem-se para vos socorrer; sejam eles vosso abrigo!
Reconhecei agora: eu só, somente eu sou Deus, e não há outro além de mim. Eu mato e eu faço viver; eu firo e saro; e ninguém há que escape da minha mão.
Levanto para o céu a minha mão e digo: tão certo como eu vivo eternamente,
se eu afiar como o raio a minha espada e a minha mão tomar a justiça, eu me vingarei dos meus inimigos e darei a paga aos que me aborrecem.
Embriagarei de sangue as minhas flechas, minha espada se saciará de carne, do sangue das vítimas e dos prisioneiros, das cabeças dos chefes inimigos.
Louvai, ó nações, o seu povo, porque vingará o sangue dos seus servos; tomará vingança dos seus adversários e purificará a sua terra e o seu povo.”
Foi, pois, Moisés, e proferiu todas as Palavras deste Cântico aos ouvidos do seu povo, e com ele estava Josué, filho de Num.

(Deuteronômio 32:1-44)


Vi outro grande e admirável sinal no céu: sete anjos que tinham sete últimas pragas, porque nelas é consumada a ira de Deus.
E vi assim uma espécie de mar de vidro, envolto em fogo. E os vencedores da Besta e de sua imagem e do número do seu nome, sobre o mar de vidro, tendo cítaras de Deus.
E cantavam o Cântico de Moisés, servo de Deus, e o Cântico do Cordeiro, dizendo: “Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações.
Quem não te temerá, Senhor, e não glorificará o teu Nome? Porque só tu és santo e todas as nações virão prostrar-se diante de ti, pois os teus juízos foram manifestados."

(Apocalipse 15:1-4)


E, acabando Moisés de falar todas estas Palavras a todo o Israel,
disse-lhes: "Aplicai o vosso coração a todas as Palavras que hoje testifico entre vós, para que as recomendeis a vossos filhos, para que tenham cuidado de cumprir todas as Palavras desta Lei.
Porque esta Palavra não vos é vã; antes, é a vossa vida;
e por esta mesma Palavra prolongareis os dias na terra, a que, passando o Jordão, ides para possuí-la."
Depois, falou o Senhor a Moisés, naquele mesmo dia, dizendo:
“Sobe a este monte de Abarim, isto é, das passagens, ao monte Nebo, que está na terra de Moab, defronte de Jericó; contempla a terra de Canaã, cuja posse darei aos filhos de Israel, e morrerás sobre o monte.
E morre no monte, ao qual subirás; e recolhe-te ao teu povo, como Arão, teu irmão, morreu no monte de Hor e se recolheu ao seu povo.
Porque pecastes contra mim no meio dos israelitas, nas águas de Meribá, em Cades, no deserto de Sin, e não me santificastes no meio dos filhos de Israel.
Pelo que verás a terra diante de ti, porém não entrarás nela, na terra que darei aos filhos de Israel."

(Deuteronômio 32:45-52)



Bem Aventurado és tu, ó Israel >>
Menu
Menu Principal
<< Deus Conosco

^