O REI BALAC E O PROFETA BALAÃO


  • A jumenta de Balaão fala
  • Deus usa Balaão para abençoar Israel
  • A prostituição e idolatria do povo de Deus
  • Balaão é morto



Ao anjo da Igreja de Pérgamo, escreve: "Eis o que diz aquele que tem a espada afiada de dois gumes.
Eu sei as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; e reténs o Meu Nome e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, foi martirizado entre vós, onde Satanás habita.
Mas tenho contra ti algumas coisas: Tens aí os que seguem a doutrina de Balaão, que ensinava Balac a colocar tropeço diante dos filhos de Israel para que comessem dos sacrifícios da idolatria e se prostituíssem.

(Apocalipse 2:12-14) Jesus


Israel mandou mensageiros a Seon, rei dos amorreus, para lhe dizer:
"Permite-nos passar pela tua terra; não nos desviaremos nem para os campos, nem para as vinhas, e não beberemos a água dos poços; mas seguiremos a estrada real até que tenhamos atravessado tuas fronteiras."
Seon, porém, não quis permitir que Israel passasse pelo seu território; ajuntou suas tropas e partiu ao encontro de Israel no deserto. Veio a Jasa e combateu contra Israel.
Mas foi passado à espada por Israel, que conquistou o seu país, desde o Arnon até o Jecob, e até os filhos de Amon; porque as fronteiras dos amonitas estavam defendidas por fortes guarnições.
Israel tomou todas as cidades dos amorreus e estabeleceu-se em Hesebon e nas suas aldeias.
A cidade de Hesebon pertencia a Seon, rei dos amorreus, que tinha feito guerra ao rei de Moab, e lhe tinha tomado toda a terra que estava no seu poder até o Arnon.

(Números 21:21-26)



A JUMENTA DE BALAÃO



Partiram os filhos de Israel e acamparam nas planícies de Moab, além do Jordão, defronte de Jericó.
Balac, filho de Sefor, tinha visto tudo o que Israel fizera aos amorreus,
e que os Moabitas o temiam muito e não podiam sustentar o seu ataque.
E disseram aos anciãos de Madiã: "Essa multidão vai devorar todos os nossos arredores como os bois devoram a erva do campo." Balac, filho de Sefor, reinava então em Moab.
Ele enviou mensageiros a Balaão, filho de Beor, em Petor, seu país de origem, às margens do rio Eufrates. Mandou chamá-lo dizendo: "Eis que saiu do Egito um povo, que cobriu a face da Terra, o qual está acampado contra mim.
Vem, pois, e amaldiçoa este povo, porque ele é mais forte do que eu, a fim de ver se posso por algum modo batê-lo e lançá-lo fora do meu país. Eu sei que será bendito aquele a quem tu abençoares e maldito aquele sobre quem lançares maldições."
Os anciãos de Moab e de Madiã partiram levando consigo o preço da adivinhação. Chegando junto de Balaão, referindo-lhe as palavras de Balac.
Balaão respondeu: "Passai a noite aqui, e dar-vos-ei a resposta que o Senhor me indicar." Ficaram, pois, os chefes de Moab em casa de Balaão.
Deus veio a Balaão e disse-lhe: "Quem é essa gente que tens em tua casa?"
Ele respondeu: "Balac, filho de Sefor, rei dos moabitas, mandou
dizer-me: Eis que um povo, que saiu do Egito, cobriu a superfície da terra; vem, e amaldiçoa-o, para que eu combatendo, por qualquer modo o possa afugentar."
Então, disse Deus a Balaão: "Não irás com eles, nem amaldiçoarás a este povo, porquanto bendito é."
Levantando-se Balaão pela manhã, disse aos chefes enviados por Balac: "Voltai para a vossa terra, pois o Senhor me proibiu de ir convosco."
Os chefes de Moab se levantaram, voltaram até Balac e lhe disseram: "Balaão não quis vir conosco."
Então Balac enviou outros chefes, mais numerosos e mais importantes que os primeiros.
Os quais, chegando junto de Balaão, disseram-lhe: "Eis o que diz Balac filho de Sefor: Não te demores em vir ter comigo;
pois eu o tornarei muito rico e farei tudo o que você me disser, vem, pois, rogo-te, amaldiçoa me este povo."
Balaão respondeu: "Ainda que Balac me desse a sua casa cheia de prata e de ouro eu não poderei alterar a Palavra do Senhor meu Deus para dizer de mais ou de menos.
Agora, pois, rogo-vos que também aqui fiqueis esta noite, para que eu saiba o que o Senhor me dirá mais."
Deus veio a Balaão durante a noite e disse-lhe: "Já que essa gente te veio chamar, levanta-te e vai com eles. Mas só farás o que eu disser."
Balaão levantou-se de manhã, selou sua jumenta, e partiu com os chefes de Moab.
O Senhor irritou-se com a sua partida, e o anjo do Senhor pôs-se-lhe no caminho como obstáculo. Balaão cavalgava em sua jumenta, acompanhado de seus dois servos.
A jumenta, vendo o anjo que estava no caminho com uma espada desembainhada, afastou-se do caminho e ia pelo campo. Como Balaão a fustigasse e a quisesse fazer voltar à estrada,
o anjo pôs-se numa passagem estreita entre dois muros, com que estavam cercadas as vinhas.
Vendo, pois, a jumenta o anjo do Senhor, apertou-se contra a parede e apertou contra a parede o pé de Balaão; pelo que tornou a espancá-la.
O anjo do Senhor deteve-se de novo mais adiante em uma passagem estreita, onde não havia espaço para se desviar nem para a direita nem para a esquerda.
E, vendo a jumenta o anjo do Senhor, deitou-se debaixo de Balaão; e a ira de Balaão acendeu-se, e espancou a jumenta com o bordão.
Então, o Senhor abriu a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: "Que te fiz eu, que me espancaste estas três vezes?"
"Porque zombaste de mim, respondeu ele. Ah, se eu tivesse uma espada na mão! Ter-te-ia já matado!"
E a jumenta disse a Balaão: "Porventura, não sou a tua jumenta, em que cavalgaste desde o tempo que eu fui tua até hoje? Costumei eu alguma vez fazer assim contigo?" E ele respondeu: "Não."
Então, o Senhor abriu os olhos a Balaão, e ele viu o anjo do Senhor, que estava no caminho, e a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça e prostrou-se sobre a sua face.
E o anjo disse-lhe: "Por que castigas tu pela terceira vez a tua jumenta? Eu vim opor-me a ti, porque o teu caminho é perverso e contrário a mim;
porém a jumenta me viu e já três vezes se desviou de diante de mim; se ela se não desviara de diante de mim, na verdade que eu agora te mataria e a ela deixaria com vida."
Balaão respondeu: "Eu pequei, não sabendo que tu te opunhas a mim, mas agora, se não te apraz que eu vá, voltarei."
Segue esses homens, respondeu-lhe o anjo do Senhor, mas cuida de só proferir as palavras que eu te disser." E Balaão partiu com os chefes de Balac.
Quando Balac soube de sua chegada, subiu-lhe ao encontro até a cidade de Moab, na fronteira do Arnon, na extremidade daquela terra,
e disse-lhe: "Mandei mensageiros chamar-te. Por que não vieste logo? Não posso eu tratar-te com honras?"
Balaão respondeu-lhe: "Eis-me aqui; mas poderei eu dizer outra coisa, que não seja o que Deus me puser na boca?"
Partiram, pois, ambos, e chegaram a uma cidade, que estava na fronteira do seu reino.
Balac imolou em sacrifício bois e ovelhas, dos quais mandou algumas porções a Balaão e aos chefes que o acompanhavam.
Na manhã seguinte, Balac tomou consigo Balaão e subiu com ele a Bamot-Baal, de onde se podia ver até a extremidade do acampamento dos filhos de Israel.

(Números 22)



Balaão disse a Balac: "Faça construir aqui sete altares e preparar para mim sete bezerros e sete carneiros."
Balac fez conforme Balaão havia pedido, e os dois ofereceram em holocausto um bezerro e um carneiro sobre cada altar.
"Fica, disse Balaão a Balac, junto de teu holocausto, enquanto eu me afasto. Talvez o Senhor venha ao meu encontro, e te direi tudo o que ele me mandar."
Deus foi ao encontro de Balaão, e este lhe disse: "Preparei sete altares e ofereci um bezerro e um carneiro sobre cada altar."
Então, o Senhor pôs a Palavra na boca de Balaão e disse: "Volte para junto de Balac e fale isso."
Balaão voltou para junto de Balac e o encontrou ainda perto do seu holocausto, com todos os chefes de Moab.
E começando a falar em parábola, disse: "De Aram me conduziu Balac, o rei dos moabitas dos montes do oriente. Vem, disse, e amaldiçoa Jacó, apressa-te, e detesta Israel.
Como amaldiçoarei eu a quem Deus não amaldiçoou? Como detestarei a quem o Senhor não detesta?
Sim, eu o vejo do alto do rochedo, eu o contemplo do alto das colinas: este é um povo que vive à parte, e não é contado entre as nações.
Quem poderia calcular o pó de Jacó? Quem poderia medir as nuvens de Israel? Que morra da morte dos justos, que o meu fim se assemelhe ao fim deles!"
E Balac disse a Balaão: "Que me fizeste? Chamei-te para amaldiçoar os meus inimigos, mas eis que inteiramente os abençoaste."
Ele respondeu-lhe: "Porventura posso eu dizer outra coisa, senão o que o Senhor ordenou?"
Balac disse-lhe então: "Vem comigo a outro lugar de onde poderás vê-los. Não verás somente a sua extremidade, mas todo o seu acampamento, e dali os amaldiçoarás."
Então Balac o levou ao campo das Sentinelas, no cume do monte Fasga. Construiu sete altares e ofereceu em holocausto um bezerro e um carneiro sobre cada altar.
Balaão disse-lhe: "Fica aqui junto de teu holocausto, enquanto vou ao encontro do Senhor."
E o Senhor, tendo ido ao seu encontro e tendo-lhe posto a Palavra na boca, disse-lhe: "Volte para junto de Balac e fale isso."
Balaão voltou para junto de Balac e o encontrou ainda perto do seu holocausto, com todos os chefes de Moab. Balac lhe perguntou: "Que te disse o Senhor?"
E ele, continuando a sua parábola, disse: "Levanta-te Balac, e escuta; ouve, ó filho de Sefor.
Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa; porventura, diria ele e não o faria? Ou falaria e não o confirmaria?
Recebi ordem de abençoar: pois eu abençoarei e não voltarei atrás.
Não achou iniquidade em Jacó, nem perversidade em Israel. O Senhor seu Deus, está com ele, nele é proclamado rei.
Deus tirou-o do Egito; a sua fortaleza é semelhante à do rinoceronte.
Pois contra Jacó não vale encantamento nem adivinhação contra Israel; neste tempo se dirá de Jacó e de Israel: Que coisas Deus tem feito!
Este povo levanta-se como leoa, firma-se como leão; não se deita sem ter devorado a presa e bebido o sangue de suas vítimas."
Balac disse a Balaão: "Se não os amaldiçoas, ao menos não os abençoes."
Mas ele respondeu: "Não te disse eu que havia de fazer tudo aquilo que o Senhor me mandasse?"
Balac replicou: "Vem: conduzir-te-ei a outro lugar; talvez Deus se agrade que tu os amaldiçoes de lá."
E, depois de o ter levado ao cimo do monte Fegor, que olha para o deserto.
Balaão disse-lhe: "Levanta-me aqui sete altares, e prepara outros tantos novilhos, e igual número de carneiros."
Balac fez o que Balaão lhe dissera, e pôs um novilho e um carneiro sobre cada altar.

(Números 23)



AS PROFECIAS DE BALAÃO



Balaão, vendo que agradava ao Senhor que abençoasse Israel, não foi como antes buscar agouro, mas, voltando o seu rosto para o deserto,
levantou os olhos e viu Israel acampado por tribos. Então o Espírito de Deus desceu sobre ele,
e ele pronunciou o seu poema: "Oráculo de Balaão, filho e Beor, oráculo do homem de olhos penetrantes;
oráculo de quem ouve as Palavras de Deus e conhece a ciência do Altíssimo. Ele vê o que o Todo-Poderoso mostra, e entra em êxtase de olhos abertos:
Como são belas as tuas tendas, Jacó, e suas moradas, Israel!
Elas se estendem como vales, como jardins à beira do rio, como aloés plantados pelo Senhor, como cedros junto das águas.
A água transborda de seu cântaro, e com a água sua semente se multiplica. Seu rei é mais poderoso que Agag, de sublime realeza.
Deus tirou-o do Egito, e a sua força é semelhante à do rinoceronte. Eles devorarão os povos, seus inimigos, e lhes quebrarão os ossos, e os trespassarão com as flechas.
Encurvou-se, deitou-se como leão e como leoa; quem o despertará? Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem."
E Balac, irado contra Balaão, batendo as mãos, disse-lhe: "Para amaldiçoar os meus inimigos te tenho chamado; porém agora já três vezes os abençoaste inteiramente.
Volta para tua terra. Eu na verdade tinha determinado honrar-te com magnificência, mas o Senhor privou-te da honra destinada."
Balaão respondeu a Balac: "Pois não disse eu aos teus mensageiros, que me mandaste:
Ainda que Balac me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, não poderia eu transgredir a Palavra do Senhor meu Deus, para fazer de minha cabeça qualquer coisa de bem ou de mal; mas eu hei de dizer tudo o que o Senhor tiver dito?
Pois bem; volto para o meu povo. Vem, pois quero anunciar-te o que esse povo fará ao teu no último tempo."
E Balaão pronunciou o seu poema: "Oráculo de Balaão, filho de Beor; oráculo do homem de olhos penetrantes;
oráculo de quem ouve as Palavras de Deus e conhece a ciência do Altíssimo. Ele vê o Todo-Poderoso mostra, e entra em êxtase de olhos abertos:
Eu o vejo, mas não é agora; eu o contemplo, mas não de perto: uma estrela avança de Jacó, um cetro se levanta de Israel, e esmaga as têmporas de Moab e o crânio dos filhos de Set.
Edom se tornará conquista dele, e o inimigo Seir será sua propriedade. Israel triunfará.
De Jacó sairá um dominador, que arruinará os restos da cidade."
Depois Balaão viu Amalec, e pronunciou o seu poema: "Amalec é a primeira das nações, mas o seu futuro será ruína eterna."
Depois ao ver os quenitas, pronunciou o seguinte oráculo: "Sólida é a tua morada, teu ninho está posto na rocha.
Mas o quenita será aniquilado; Assur te levará ao cativeiro."
E Balaão continuou o seu poema: "Ai de quem sobreviver depois que Deus assim agir!
E oprimirão Assur, e oprimirão Heber, pois, também este perecerá para sempre."
E depois disto Balaão partiu para a sua terra, enquanto Balac voltou pelo caminho por onde tinha vindo.

(Números 24)



A PROSTITUIÇÃO E A IDOLATRIA DO POVO DE DEUS



E Israel deteve-se em Sitim, e o povo começou a prostituir-se com as filhas dos moabitas.
Estas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu e inclinou-se aos seus deuses.
E Israel consagrou-se a Beelfegor. Então irado o Senhor,
disse a Moisés: "Toma todos os príncipes do povo e pendura-os em forcas em face do sol, e o ardor da ira do Senhor se retirará de Israel."
Moisés disse aos juízes de Israel: "Cada um de vós mate os seus que se tenham juntado a Beelfegor."
E eis que um dos filhos de Israel entrou à vista de seus irmãos em casa de uma prostituta madianita, sob os olhos de Moisés e de todo o povo, que choravam diante da porta do tabernáculo.
Vendo isso Finéias, filho de Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, se levantou do meio da congregação e tomou uma lança na sua mão;
entrou após o israelita no lugar infame, e atravessou-os a ambos, o homem e a mulher, pelas partes genitais. E cessou a praga de sobre os filhos de Israel;
e os que morreram daquela praga foram vinte e quatro mil.
Então o Senhor falou a Moisés, dizendo:
"Finéias, filho de Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, desviou a minha ira de sobre os filhos de Israel, pois zelou o meu zelo no meio deles; de modo que no meu zelo não consumi os filhos de Israel.
Por isso dize-lhe: Eis que eu lhe dou a paz da Minha Aliança.
O sacerdócio pertencerá a ele e seus descendentes, como pacto perpétuo, em recompensa do seu zelo por Deus e por ter feito a expiação pelos filhos de Israel."
Chamava-se Zamri, filho de Salu, o israelita que foi morto com a madianita, o qual era chefe de uma família patriarcal da tribo de Simeão;
o nome da madianita morta era Cozbi, filha de Sur, chefe de tribo, de família patriarcal em Madiã.
Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:
"Os madianitas experimentem-vos por inimigos, e castigai-os;
porque também eles vos trataram como inimigos, e vos enganaram artificiosamente por meio do ídolo de Fegor e com Cozbi, a filha de um chefe madianita, morta no dia da praga que surgiu por causa do problema de Fegor."

(Números 25)



BALAÃO É MORTO



E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
"Vinga os filhos de Israel do mal que lhes fizeram os madianitas; depois disso serás reunido aos teus antepassados."
Moisés disse então ao povo: "Armem-se para a guerra alguns homens dentre vós: eles atacarão Madiã, para executarem sobre ele a vingança do Senhor.
Poreis em linha de combate mil homens de cada uma das tribos de Israel."
Desse modo, forneceram para a guerra doze mil homens, mil de cada uma das tribos de Israel.
E Moisés os mandou à guerra, de cada tribo mil, a eles e a Finéias, filho de Eleazar, o sacerdote, à guerra com os utensílios santos e com as trombetas do alarido na mão.
Atacaram os madianitas, como o Senhor tinha ordenado a Moisés, e mataram todos os varões.
Mataram também todos os reis de Madiã: Evi, Recém, Sur, Hur e Rebe, cinco reis de Madiã, e passaram ao fio da espada Balaão, filho de Beor.
Levaram prisioneiras as mulheres dos madianitas com seus filhos, e pilharam todo o seu gado, seus rebanhos e todos os seus bens.
Incendiaram todas as cidades que habitavam e todos os seus acampamentos.
Levaram consigo todo o espólio e todos os despojos, animais e pessoas,
e conduziram-nos a Moisés, ao sacerdote Eleazar e à assembléia dos israelitas no acampamento que se encontrava nas planícies de Moab, perto do Jordão, em face de Jericó.
Moisés, o sacerdote Eleazar e todos os chefes da assembléia saíram-lhes ao encontro fora do acampamento.
E indignou-se Moisés grandemente contra os oficiais do exército, capitães dos milhares e capitães das centenas, que vinham do serviço daquela guerra.
E Moisés disse-lhes: "Deixastes viver todas as mulheres?
Não são elas que, por sugestão de Balaão, seduziram os filhos de Israel e vos fizeram prevaricar contra o Senhor com o pecado de Fegor, pelo que houve aquela praga entre a congregação do Senhor.
Agora, pois, matai todo varão entre as crianças; e matai toda mulher que conheceu algum homem, deitando-se com ele;
Mas reservai para vós as donzelas e todas as mulheres virgens."

(Números 31:1-18)



Ao anjo da Igreja de Pérgamo, escreve: "Eis o que diz aquele que tem a espada afiada de dois gumes.
Eu sei as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; e reténs o Meu Nome e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, foi martirizado entre vós, onde Satanás habita.
Mas tenho contra ti algumas coisas: Tens aí os que seguem a doutrina de Balaão, que ensinava Balac a colocar tropeço diante dos filhos de Israel para que comessem dos sacrifícios da idolatria e se prostituíssem.
Assim, tens também os que seguem a doutrina dos nicolaítas, o que eu aborreço.

Arrepende-te, pois; quando não, em breve virei a ti e contra eles batalharei com a espada da minha boca.
Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer darei eu a comer do maná escondido e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe."

(Apocalipse 2:12-17) Jesus



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