REINO DIVIDIDO pg 17


Judá capital: Jerusalém



Revoltou-se contra o rei Nabucodonosor, que, contudo, lhe tinha feito prestar um juramento em Nome de Deus. Endureceu a cerviz e tornou-se inflexível seu coração para não se converter ao Senhor, Deus de Israel.
Também todos os chefes dos sacerdotes e o povo aumentavam de mais em mais as transgressões, segundo todas as abominações dos gentios; e contaminaram a Casa do Senhor, que ele tinha santificado em Jerusalém.
Ora o Senhor Deus de seus pais dirigia-lhes frequentemente a sua Palavra por meio dos seus enviados; levantando-se de noite e admoestando-os todos os dias, porque queria perdoar ao seu povo e à sua casa.
Eles zombavam de seus enviados, desprezavam seus conselhos e riam de seus profetas, até que a ira de Deus se desencadeou sobre o seu povo, e não houve mais remédio.

(2Crônicas 36:13-16)


Aconteceu que, no ano nono do seu reinado, no décimo dia do décimo mês, veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, ele e todo o seu exército contra Jerusalém, pôs-lhe cerco e levantaram trincheiras ao redor dela.
O cerco da cidade durou até o décimo primeiro ano do reinado de Sedecias.
Aos nove dias do quarto mês, quando a cidade se via apertada da fome, nem havia pão para o povo da terra.
Fizeram uma brecha na muralha da cidade, e todos os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho da porta que está entre os dois muros, junto do jardim do rei. Entretanto, os caldeus cercavam a cidade. Os fugitivos tomaram o caminho da planície do Jordão,
mas o exército dos caldeus perseguiu o rei e alcançou-o nas planícies de Jericó. Então as tropas de Sedecias o abandonaram e se dispersaram.
O rei foi preso e conduzido a Rebla, diante do rei de Babilônia, o qual pronunciou sentença contra ele.
Nabucodonosor mandou degolar os filhos de Sedecias na presença do pai. Depois furou os olhos do rei, o algemou e o levou para a Babilônia.
No sétimo dia do quinto mês, no décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor, Nabuzardã, chefe da guarda e servo do rei de Babilônia, entrou em Jerusalém.

(2Reis 25:1-8)


Pôs fogo ao Templo do Senhor, ao palácio real, e a todas as casas da cidade, e entregou às chamas as casas dos maiorais.
Todo o exército dos caldeus, que estava com o general, deitou abaixo todas as muralhas que cercavam a cidade de Jerusalém.
E Naburzadã, chefe da guarda, deportou para Babilônia uma parte dos pobres da terra e o que restara da população da cidade, bem como os que já se haviam rendido ao rei de Babilônia e o restante dos artífices.
O chefe da guarda deixou ali alguns homens pobres, como vinhateiros e lavradores.
Quebraram também os caldeus as colunas de bronze do Templo do Senhor, juntamente com os pedestais e o mar de bronze que estava no Templo, levando todo esse metal para Babilônia.
Levaram também os caldeirões, os garfos, os saltérios, as redomas, os grais os vasos de cobre que estavam ao serviço (do Templo).
Os cântaros, os incensadores, os jarros, as bacias, os candelabros, e os grais, as taças, o que havia de ouro e de prata, tudo levou o general do exército.
Quanto às duas colunas, ao mar, aos doze bois de bronze que o sustentavam, e aos pedestais que Salomão mandara fabricar para o Templo do Senhor, difícil seria calcular o valor do bronze de todas esses objetos.
Quanto às colunas, cada uma delas tinha dezoito côvados de alto e cercava-a um cordão de doze côvados; a sua grossura era de quatro dedos, era oca por dentro.
E havia sobre ela um capitel de bronze, e altura do capitel era de cinco côvados, e a rede e as romãs em roda do capitel; e tudo era de bronze; e semelhante a esta era a outra coluna, com as romãs.
As romãs que se viam pendentes eram noventa e seis; eram ao todo cem romãs, cercadas de redes.
O general do exército levou, além disso, Saraias, que era o primeiro sacerdote, Sofonias, que era o segundo, e os três guardas do vestíbulo.

(Jeremias 52:13-24)


... que no próprio edifício do santuário, mandou matar seus jovens, e não poupou o adolescente, nem a donzela, nem o ancião, nem a mulher de cabelos brancos. O Senhor lhe entregou tudo.
Transportou também para a Babilônia todos os vasos da Casa do Senhor, tanto os grandes como os pequenos, os tesouros do Templo, os do rei e dos príncipes.
E queimaram a Casa de Deus, e derribaram os muros de Jerusalém, e todos os seus palácios queimaram, destruindo também todos os seus preciosos objetos.
E os que escaparam da espada levou para a Babilônia; e fizeram-se servos dele e de seus filhos, até o tempo do reino da Pérsia.

(2Crônicas 36:17b-20)


Da cidade ele prendeu um funcionário do palácio que comandava alguns soldados, sete homens do serviço pessoal do rei, que ainda se achavam na cidade, o exército-chefe que alistava os cidadãos no exército e ainda sessenta proprietários de terra que foram encontrados dentro da cidade.
Naburzadã, chefe da guarda, aprisionou-os e mandou-os em Rebla. Ante o rei de Babilônia.
E este mandou executá-los em Rebla, na região de Emat. E assim Judá foi deportado para longe de sua terra.

(Jeremias 52:25-27)


Nabuzardã, chefe da guarda, deportou para a Babilônia o que restava da população da cidade, os que já se tinham rendido ao rei da Babilônia e todo o povo que restava.
O chefe da guarda só deixou ali alguns pobres como viticultores e agricultores.

(2Reis 25:11-12)


Este era o povo que Nabucodonosor levou cativo no sétimo ano: três mil e vinte e três judeus.
No décimo oitavo ano de Nabucodonosor, oitocentas e trinta e duas pessoas foram deportadas de Jerusalém.
No vigésimo terceiro ano de Nabucodonosor, Nabuzardã, chefe dos guardas, deportou de Judá setecentas e quarenta e cinco pessoas. Ao todo quatro mil e seiscentas pessoas.

(Jeremias 52:28-30)


Quanto ao resto da população que Nabucodonosor tinha deixado na terra de Judá, ele a entregou ao governo de Godolias, filho de Aicão, filho de Safã.

(2Reis 25:22)


Godolias declarou, sob juramento, a eles e a seus homens: “Nada tendes a temer dos caldeus. Ficai na terra, submetei-vos ao rei de Babilônia e tudo vos correrá bem.”
Mas, ao cabo de sete meses, aconteceu que veio Ismael, filho de Natanias, filho de Elisama, de sangue real, e dez homens em sua companhia, os quais feriram Godolias, que morreu; feriram também os judeus e os caldeus que estavam com ele em Masfa.
Então todo o povo, desde o menor até o maior, como também os chefes das tropas, fugiram para o Egito com medo dos caldeus.

(2Reis 25:24-26)


Palavra que veio a Jeremias acerca de todo o povo de Judá, no ano quarto de Jeoaquim, filho de Josias, rei de Judá (que é o primeiro ano de Nabucodonosor, rei da Babilônia),
a qual o profeta Jeremias anunciou a todo o povo de Judá, e a todos os habitantes de Jerusalém, dizendo:
“Desde o décimo terceiro ano de Josias, filho de Amom, rei de Judá, até este dia, eis que vinte e três anos são decorridos desde que a Palavra do Senhor me foi dirigida e que vo-la transmiti com assiduidade, sem a terdes, entretanto, escutado.
E o Senhor enviou-vos muito a tempo todos os seus servos profetas; vós não ouvistes nem inclinastes os vossos ouvidos para ouvirdes,
dizendo: Convertei-vos, agora, cada um do seu mau caminho e da maldade das suas ações e habitai na terra que o Senhor vos deu e a vossos pais, de século em século;
não andeis à procura de outros deuses, para ante eles vos prostrardes e lhes renderdes culto; nem me provoqueis à ira com as obras das vossas mãos, e eu não vos afligirei.
Todavia, não me destes ouvidos, diz o Senhor, mas me provocaste à ira com a obra de vossas mãos, para vosso mal.
Portanto, assim diz o Senhor dos Exércitos: Visto que não escutastes as Minhas Palavras,
eis que enviarei e tomarei todos os povos do aquilão, diz o Senhor, e o meu servo Nabucodonosor, rei da Babilônia; e os trarei contra esta terra, contra os seus moradores, contra todas as nações que a cercam, e os matarei, e farei deles um objeto de espanto e de ludíbrio e reduzirei a solidões perduráveis.
Farei cessar entre eles os gritos de júbilo e os gritos de alegria, os cantos do esposo e os cantos da esposa, o ruído da mó e a luz da candeia.
Converte-se-á esta terra em angústia e solidão, e por setenta anos lhe há de perdurar a servidão ao rei da Babilônia.”

(Jeremias 25:1-11)



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